13 maio, 2011

Os versos que outrora transbordavam da sua boca,
escuto hoje pela fresta da porta.
As palavras derramados já não têm seus lábios,
porém, ainda tens a culpa do arrepiar na minha pele,
pelas lembranças do passado mais presente que vivo.


Não cabe em mim, conter o lacrimejar de saudade,
e o medo da ausência que não deixa de estar.
Não desejo mais seu corpo, nem você
desejo as cenas dos meu olhos de menina:
beleza sem fim, do amor inteiro.

Um comentário:

  1. "ainda tens a culpa do arrepiar na minha pele" ó, lindo.

    ResponderExcluir